Autor: Antonio M. F.

Tradução: Luísa Coelho

PRÓLOGO — CAPÍTULO 13

Neste capítulo, revela-se a condição humana no tempo presente. A linguagem do Apocalipse surge como expressão das forças que atuam no mundo e condicionam o Homem.

As duas bestas manifestam-se na realidade. Uma estrutura o mundo visível. A outra molda o pensamento e a consciência.

Sob esta influência, o Homem afasta-se da verdade e passa a viver num sistema que o conduz e condiciona.

Este capítulo não se limita a descrever uma realidade, revela-a para que possa ser reconhecida. E, no reconhecimento, abre-se a possibilidade de escolha.

O número da besta não deve ser lido com temor, mas com discernimento. É expressão de um Homem moldado por esse sistema, mas que mantém em si a possibilidade de o transcender. No meio do ruído do mundo, permanece uma via silenciosa. A da consciência e do reencontro com a ordem natural, construída em cada escolha.

Este capítulo não anuncia apenas a queda. Anuncia o despertar.

CAPÍTULO 13 — AS DUAS BESTAS

“E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez cornos; e nos seus cornos dez diademas; e sobre as suas cabeças, um nome de blasfémia”.

Apocalipse 13:1

O mundo tem crescido sob o domínio do capitalismo. Nisso encontramos uma base muito complexa de como se estabelece a sua estrutura social satânica, que lhe tem permitido manter-se ao longo dos séculos.

falámos, em capítulos anteriores, do significado bíblico do mar, fazendo alusão ao negativo, à maldade, à enfermidade e às forças do mal; e a ‘areia do mar’ designa a complexidade de como se coesionam e se entrelaçam os vínculos de um capitalismo dirigido pelos governadores das trevas; é como dizer: quem é capaz de contar a areia do mar?

Assim pois, ‘pôr-se sobre a areia do mar’ significa possuir os atributos para analisar os meandros que movem o mundo capitalista. Aqui encontramos uma besta poderosa que subia do mal, ‘mar’, que tinha sete cabeças. Seria um erro de cálculo não ter em conta que estas sete cabeças representam os sete tipos de regimes que governam a Terra:

  1. Democracias liberais (USA, França, Reino Unido,…).
  2. Monarquias absolutistas (Países árabes,…).
  3. Ditaduras militares (Sudão, Chade, Egipto,…).
  4. Teocracia (Irão, Afeganistão,…).
  5. Ditaduras comunistas (China, Cuba,…).
  6. Etnocracias governadas por etnias (Uganda, Malásia,…).
  7. Tecnocracias parlamentarias (Russa, Venezuela de Maduro, USA de Trump,…).

Quanto aos dez cornos, encontramos os dez poderes fácticos que sustentam o sistema.:

  1. O poder executivo, representado pelos políticos e pelo constitucionalista do direito, que, embora livres de regimes ditatoriais e monarquias absolutas, não deixam de promulgar leis que favorecem um sistema capitalista que gera fome e miséria em muitos países e, por outro lado, também denotam omissão do direito dos cidadãos.
  2. Os meios de informação: os informadores têm nas suas mãos os fios que podem mover tudo. Deles dependerá a notícia, utilizando-a conforme os seus interesses, com informações completamente deturpadas, sobretudo num sistema em que as agências de informação são dominadas por multinacionais da comunicação.
  3. A judicatura, composta por juízes e magistrados do Ministério Público, onde a ciência jurídica aplica as leis do poder executivo e do poder constitucional. Também importa referir que, no seu estado impuro, a natureza do Homem suscita desejos, sentimentos e ideologias que colidem frontalmente com o que é justo e verdadeiro.
  4. O poder militar e policial. Do mesmo modo que a estrela polar indica o rumo ao navegante, as leis de um Estado livre e justo devem orientar militares e polícias, defendendo a legalidade e a integridade do Estado. Porém, como o mal está ancorado no fundo da essência humana, por vezes torna-se perigoso que as armas caiam nas mãos de militares e polícias com ideologias fascistas e ultraliberais.
  5. O poder financeiro e das multinacionais. É mais difícil que um banqueiro rico possua alguma visão filosófica ou espiritual do que um camelo passe pelo fundo de uma agulha. Em geral, são eclécticos, refinados e materialistas contundentes, fora do alcance de deuses e demónios. Constituem, de certo modo, o perfil prático do capitalismo neoliberal, manejando a economia e colocando ou derrubando governos em função dos seus interesses.
  6. O sistema educativo. A expressão estereotipada da educação reflecte-se na ausência de ambiguidade cognitiva. O analógico, o intuitivo, o conceptual, o objectivo, o instintivo e o musical brilham pela sua ausência, e apenas se valoriza a acumulação de dados. É assim que vemos o mundo a encher-se de bárbaros intelectuais.
  7. O sistema sanitário. O maior problema que a práxis médica apresenta são os efeitos secundários que provocam tanto os fármacos como as intervenções cirúrgicas, assim como as doenças autoimunes que as vacinas geram.
  8. A indústria. Mais vale um cântaro de água do que uma embalagem de plástico; melhor uma placa solar do que uma central nuclear; e melhor um carro eléctrico do que um de combustão. Com o modelo industrial actual, o ser humano parece ter perdido o sentimento para com a Natureza, e espolia-a, destrói-a e altera-a. Esta alteração climática já se volta contra o próprio Homem, provocando uma grande quantidade de fenómenos naturais muito intensos e prejudiciais.
  9. A música agressiva e tóxica. A música moderna é servida num relicário coberto de espinhos. É o filho que se volta contra a mãe: o Verbo. Este é o mundo das manifestações vibracionais, que são as que engendram energias germinais da realidade de todos aqueles fenómenos que enchem o mundo da matéria. O movimento musical moderno é a antítese das músicas ordenadas e coerentes criadas pelos Homens ao longo da história. E a incessante estridência que os seus instrumentos convocam, bem como os disparatados gritos de guerra, nada têm que ver com o som musical, mas antes com o ruído. Estas vibrações nocivas alteram funções específicas do organismo, como as do sistema imunológico, que, na maioria dos casos, são posteriormente restituídas pelos governadores das trevas.
  10. As religiões. Todas as aspirações são igualmente obcecadas se não se coloca a ênfase na mudança da consciência do Homem. E esta mudança de consciência só pode ocorrer graças à magia da Roda da Vida. Estas práticas originam toda a iluminação que o Tao oculta à consciência. Sem estas formas, o caminho através da religião transforma-se numa via morta, que não conduz a lugar algum.

 

A Roda da Vida

‘E nos seus chifres, dez diademas’. Deve saber-se que um diadema na cabeça significa um tipo de mandato num domínio específico, mas que está subordinado a outro superior, simbolizado por uma coroa. Representa também o efémero, aquilo que carece de continuidade.

Quanto ao que se refere a “sobre a sua cabeça um nome blasfemo”, importa aqui refletir sobre a liberdade, o que se entende por ela e a forma como, muitas vezes, se recorre à paradoxal ideia de ser livre. Assim, para alguns, a liberdade é a possibilidade que o sistema lhes oferece de se tornarem multimilionários. No entanto, para milhões de pessoas sem trabalho, sem acesso a uma habitação digna e que morrem de fome, a liberdade situa-se numa escala abaixo de zero.

 

“E a besta que vi era semelhante a um leopardo, e os seus pés como os de um urso, e a sua boca como a boca de um leão. E o dragão deu-lhe o seu poder, o seu trono e grande autoridade”.

Apocalipse 13:2

 

O amor e a justiça podem traduzir-se pelo conceito de vida, e esta atua sempre sem dominar. Quem assim conduz a vida não necessita de se disfarçar na selva do mundo como um leopardo para ampliar os seus limites. Pelo contrário, a pessoa sábia e santa, precisamente pela sua conexão com o sentido dos outros, apresenta-se limpa e transparente, sem necessidade de se disfarçar como um leopardo. Tampouco necessita de ter os pés como os de um urso, pois não está para desferir qualquer golpe sobre ninguém, nem para subjugar os outros, rugindo como um leão. Assim, camuflar-se por meio de operações encobertas, desferir golpes e ameaçar constitui o modus operandi do grande império do sistema capitalista.

‘E o dragão deu-lhe o seu poder, o seu trono e grande autoridade’. Importa governar o reino da Terra de modo que os seres humanos se instalem no modelo metafísico de uma natureza selvagem. Aqui, o peixe grande come o pequeno. Não há qualquer contemplação onde se esboce a utopia dos pobres, que nunca chega, embora andem a lutar incessantemente em busca do inacessível. Isto revela a natureza do mal e o seu poder sobre a Terra desde que Adão e Eva lhe entregaram o mundo. A grande ciência que Satanás exerce através da Árvore da Ciência do Mal permite-lhe dar poder aos homens, dominá-los e expolia-los.

 

“E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta”.

Apocalipse 13:3

 

Aqui faz-se referência aos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial e a como o eixo alemão, italiano e japonês pôs em xeque a democracia liberal. Terminada esta guerra, com a vitória dos Aliados, abre-se um novo cenário e surge a Guerra Fria, em que as duas potências do momento, Rússia e Estados Unidos, realizam uma repartição geoestratégica, exercendo a sua hegemonia. O desenvolvimento da bomba atómica, primeiro pelos Estados Unidos e posteriormente pela Rússia, marca a diferença relativamente aos demais países, que acabam por se organizar em dois blocos: o bloco oriental, que agrupa os países do Leste sob a política, a economia e o modelo social impostos pela Rússia; e o bloco ocidental, sob a hegemonia dos Estados Unidos. A partir daqui, uma guerra política passa a marcar a vida em todo o mundo. O confronto entre o comunismo e o capitalismo. Para além das diferenças político-sociais existentes entre os dois regimes, nunca deixou de influenciar o Homem o impulso de possuir bens e riquezas, elemento fundamental no desenvolvimento dos sistemas capitalistas, em contraste com os regimes comunistas, que limitam a propriedade privada a zero e procuram anular todas as expectativas de progresso do ser humano.

O cristianismo puro dos primeiros cristãos preconiza também uma igualdade absoluta entre os Homens, pretendendo emular o Reino dos Céus: ‘Pai nosso que estais nos Céus, venha a nós o vosso reino.’.

Assim, o apóstolo Pedro estabelece as primeiras comunas cristãs, numa tentativa de se aproximar do Reino de Deus.

“Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum; vendiam as suas propriedades e bens e repartiam-nos por todos, segundo a necessidade de cada um”.

La vida de los cristianos – Hechos 2:44-45

 

A vivência com o Mestre Jesus e a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos tinham impregnado uma nova consciência nos primeiros cristãos. Exultar por partilhar, trabalhar de forma responsável e viver de modo sereno, lutando pelo essencial da vida e rejeitando o consumismo. Isto é o que significa a nova consciência. Viver no celestial através do humano.

Se tivéssemos de designar o padrão da consciência do Homem de hoje, diríamos que é o ego. Evidentemente, deve existir um ego vital que nos situe no espaço necessário para sobreviver no mundo da competição, onde abundam os egos patológicos, dispostos a apropriar-se de tudo o que é dos outros.

A doutrina comunista é antagonista aos egos próprios do Homem e coloca-o numa posição de consciência que não consegue reconhecer. É por isso que esta doutrina traz em si a semente do fracasso. Assim, vemos como os regimes comunistas têm vindo a cair em todo o mundo, restando apenas alguns países como a China, que, mais do que um regime comunista, é uma tecnocracia regida pelo partido comunista, sendo, contudo, um sistema capitalista o que estrutura a sua sociedade. Outros países, como Cuba, vivem num comunismo obcecado, incapaz de gerar desenvolvimento, sobrevivendo na carência e sem expectativas.

 

“E adoraram o dragão que dera autoridade à besta, e adoraram a besta, dizendo: Quem é como a besta? E quem poderá lutar contra ela?”.

Apocalipse 13:4

 

A conceção da doutrina do mal constitui a forma como se desenvolvem as democracias liberais, através da qual a sociedade é transformada num instrumento útil ao serviço das ambições, raiz de todos os males. Deve fazer-se sempre o que mais convém ao dragão, cujo propósito é criar um mundo de conflitos e guerras, mantendo o olhar posto numa terceira guerra mundial que ponha fim à humanidade. Aqui deverá bastar um esboço do potencial da besta para levar a cabo a invasão de outros países, com o objetivo de lhes roubar os recursos energéticos e naturais.

 

“E foi-lhe dada uma boca que proferia grandes coisas e blasfémias; e foi-lhe dada autoridade para agir durante quarenta e dois meses”.

Apocalipse 13:5

 

Para que haja um desejo exacerbado que conduza ao mal, é necessário recorrer a meios de informação que enalteçam e defendam as ideias ultraliberais e, para isso, tudo vale, como propagar boatos e semear a discórdia, atuando sobre aqueles que defendem uma sociedade com melhor distribuição da riqueza. Torna-se fácil e vantajoso atuar a partir da política do lodo e da blasfémia, com a autoridade recebida para tal.

Desde o início da publicação do Reino da Vida até ao fim das blasfémias decorrem quarenta e dois meses.

 

“E abriu a sua boca em blasfémias contra Deus, para blasfemar do seu nome, do seu tabernáculo e dos que habitam no céu”.

Apocalipse 13:6

 

Devemos dizer que encontramos sempre, uma e outra vez, um influxo de ideias contrárias aos remédios naturais e uma exaltação da medicina arquicientífica e da sua praxis médica: toma de fármacos, vacinas, antibióticos, quimioterapia e intervenções cirúrgicas. Se há algo a destacar na sociedade, é o notável aumento exponencial das doenças. Certas causas contribuem para que o discurso sobre a medicina natural não seja favorável: o declínio do intuitivo, o desconhecimento dos critérios seguidos na medicina natural, os ataques com demónios que Satanás executa sobre aqueles que se tratam com medicina natural (a abominação desoladora, Mateus 24:15) e a informação enviesada difundida pelos meios de comunicação, que incide de forma significativa sobre a opinião do vulgo.

O Céu conhece aquilo que é bom para a saúde do Homem e como tratar as doenças, e sabe que as terapias naturais purificam e que a medicina da taça com a serpente degrada e afasta da saúde, provocando cada vez mais doenças físicas, mentais, estereótipos da moral e decadência espiritual.

 

“E foi-lhe permitido fazer guerra contra os santos e vencê-los. Também lhe foi dada autoridade sobre toda a tribo, povo, língua e nação.”.

Apocalipse 13:7

 

A partir da autoridade permitida ao dragão, o abominável impõe-se, e aqueles que seguem a via das terapias naturais são vencidos. O impacto de uma realidade observada mostra-nos que são muito poucos os que recorrem à medicina natural para resolver os seus problemas de saúde e, quando o fazem, é porque a medicina oficial foi incapaz de o fazer, procurando aqui alguma esperança. No entanto, aí estão os governadores das trevas para a fazer fracassar e acabar com o que é puro e verdadeiro, arrastando para o caos a saúde de ‘toda a tribo, povo, língua e nação’.

 

“E adoraram-na todos os moradores da terra cujos nomes não estavam escritos no livro da vida do Cordeiro que foi imolado desde o princípio do mundo”.

Apocalipse 13:8

 

O princípio da conceção do mundo corresponde à queda do Homem, quando, enganado pela serpente, come da Árvore da Ciência do Bem e do Mal. Poder voltar a instaurar a via vermelha do Céu corresponde à vinda do Cordeiro e à sua posterior imolação, uma crucificação previamente pactuada para salvar o Homem. Assim, aqueles que seguem a doutrina do mundo, a doutrina do mal, a da lei da selva, que se materializa numa forma de vida alheia à ordem natural, são os moradores cujo nome não está escrito no livro da vida e cujo destino é o pó da terra.

 

“Se alguém tem ouvidos, ouça.

Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém mata à espada, à espada deve ser morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos”.

Apocalipse 13:9-10

 

O sopro do Céu dirige-se sempre aos limpos de coração, impulsionado pelo ímpeto da sua natureza divina. Sempre solidário, atento aos mais vulneráveis, procurando a equidade entre os povos e respeitando a ordem natural. Sempre contrariando as forças e a doutrina do mal. A eles, Deus dá entendimento. Têm ouvidos que ouvem. No entanto, sofrerão os efeitos da abominação desoladora, e os demónios encarregar-se-ão disso. E onde deveria haver saúde, há doença, com uma ênfase exagerada nos tratamentos do dia a dia, para não caírem abatidos e se manterem de pé, observados pelo mundo que os rodeia, à espera de os ver cair.

E O eu vital sente um permanente desassossego, pois vê que o sofrimento se prolonga dia após dia e parece não ter fim, pois a caixa de Pandora se mantém viva e poderosa. Assim, a doença permanece no tempo; e onde não há resolução, há apenas efeitos paliativos, porque os sistemas que intervêm na cura foram pisoteados e manipulados. É por isso que, se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá. E se alguém pretende matar com os seus atos e com a crítica, com o mesmo padecimento deve padecer, ‘porque se alguém mata à espada, à espada deve ser morto’.

Este é o pacto apocalíptico que terminará no tempo e deixará de existir. Aqui está a paciência e a fé dos santos.

 

A SEGUNDA BESTA

“Depois vi outra besta que subia da terra; e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, mas falava como dragão”.

Apocalipse 13:11

 

A televisão e as redes sociais são dois fenómenos aparentados, que quase todos os seres humanos aceitam como bons e dão por certo tudo aquilo que se diz. A diferença entre a notícia falsa e a verdadeira é relativa, e isso aproxima a natureza do Homem do seu próprio interesse, situando-se quase sempre no terreno da especulação.

Quem assim maneja a informação ou o discurso exerce controlo sobre as pessoas, tornando possível que esse discurso seja acreditado pela pessoa, pela família, pela região, pelo país e pelo Estado.

A verdade, pelo contrário, não se move em nada, nem em nada permanece. Por isso, nada resiste ao controlo das pessoas. Esta ação mundana, que subjuga o pensamento, não é independente, mas vai acompanhada da ação das forças satânicas. Quando uma notícia, um relato, ou mesmo uma canção se torna viral, é porque já a infiltraram na biomemória do neurónio, programando, desse modo, os critérios a seu respeito. Assim, a besta que subia da terra (poder, para cima) tinha dois chifres: televisão e redes sociais, semelhantes aos de um cordeiro, porque o discurso se disfarça de dócil, tal como eles, mas falava como um dragão. O que então reina é o poder do dragão, que introduz a informação sob a forma de programação, tornando-a credível.

 

“E exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença, e faz com que a terra e os seus moradores adorem a primeira besta, cuja ferida mortal foi curada”.

Apocalipse 13:12

 

Onde se manifesta o poder é aí que se situam a manipulação e a simplificação, arrebatando às pessoas a natureza da verdade e convertendo-a numa utopia.

A forma de ver as coisas deve estar em conformidade e em sintonia com a Natureza. Trata-se da ideia de que, para estabelecer uma ordem na vida, é necessário recorrer a leis e medidas apropriadas. No entanto, essas leis nunca serão idóneas se não forem estabelecidas por Homens idóneos. Para os Homens idóneos, a inação perante uma sociedade ultraliberal, movida pelo desejo de riqueza, que se apropria dos bens alheios, onde proliferam as manhas e as astúcias e onde a paz se transforma em guerra, permite que a extrema-direita avance e imponha as suas ações

 

“E faz também grandes sinais, de tal modo que até faz descer fogo do céu à terra diante dos homens”.

Apocalipse 13:13

 

A doutrina do Céu está conectada com os Homens através da Árvore da Ciência do Bem e, por vezes, basta um esboço que se infiltra pelas finas fendas do edifício da informação para que os acontecimentos mágicos e celestes possam penetrar.

A influência do bem está ancorada no fundo da Árvore da Ciência do Bem e pode despertar para seguir os ditames da sua voz interior, vinda do Céu.

Este fogo do Céu, a verdade, encontra-se refletido em três correntes: a informação, o ecologismo e a música.

Os informadores críticos do sistema ultraliberal mantêm um discurso contrário e exercem um peregrinar informativo rumo ao monte do que é justo, denunciando o saque dos agentes ultraliberais no seu afã de acumular a riqueza dos países, levando-os a invadir esses países.

Também a maioria dos cientistas e dos ecologistas tem levantado a voz contra a destruição do ecossistema e a alteração do clima provocada pelos poluentes, que os movimentos de extrema-direita negam.

E, por último, a música do povo, como a música clássica, o flamenco, o fado e o bolero, continua a surgir na televisão e nas redes sociais, resistindo ao extermínio exercido pela música moderna.

 

“E engana os moradores da terra com os sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, mandando aos moradores da terra que façam uma imagem à besta que tem a ferida de espada e viveu”.

Apocalipse 13:14

 

É curioso que o país mais poderoso da Terra seja apresentado como o exemplo das democracias e das liberdades. No entanto, a realidade revela uma surpreendente desconformidade com tais afirmações.

Há razões que nos levam a apresentar uma nova leitura da realidade. Tudo converge numa série de factos: a escassez de partidos políticos, com o predomínio de um bipartidarismo de orientação liberal. Os restantes partidos foram eliminados pelo FBI, a polícia federal, chegando mesmo a encarcerar os seus dirigentes.

Para uns Estados Unidos centrados na sua própria história, esta descreve-se bem pelo apoio e pela instauração de ditaduras, como a de Franco em Espanha, a de Videla na Argentina ou a de Pinochet no Chile, entre outras. Seria difícil, senão impossível, seguir o rasto das suas intervenções no panorama internacional, apoiando regimes alinhados com os seus ditames e sabotando ou embargando países que não se submetem aos seus interesses e, in extremis, invadindo países como o Iraque, a Venezuela ou o Irão. Por outro lado, em todas as épocas existiram pensadores que elevaram o olhar para além de uma natureza que impõe uma determinada forma de interpretar a vida e que foi cultivada em massa. Contudo, todos eles, nos Estados Unidos, partilham uma mesma doutrina, um mesmo pensamento: a doutrina do capitalismo.

 

“E foi-lhe concedido dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem falasse e fizesse matar a todo aquele que não a adorasse”.

Apocalipse 13:15

 

Encontrar a paz interior, assumindo os teus próprios critérios e observando como todo o rebanho caminha pela mesma senda traçada, torna-te sábio e santo, mas, ao mesmo tempo, como que morto, porque, dentro da sociedade, estás morto. Sentes, de algum modo, que vives num mundo que não é o teu. Quando rejeitas a música moderna, tóxica, agressiva e estridente, críticas uma educação que escraviza e polariza a cognição para os dados, tornas-te vegetariano porque decides respeitar a vida dos animais, não tomas fármacos nem te vacinas e recorres a terapias alternativas, opões-te à banalização do aborto e defendes que as relações entre os seres humanos não devem ir contra a natureza, a ‘bênção’ que recebes é seres colocado numa seita. Assim é como as pessoas do mundo se libertam do seu peso de consciência.

 

“E fazia que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posta uma marca na mão direita, ou na testa”.

Apocalipse 13:16

 

Segundo o que temos visto até aqui, tudo corresponde a uma sociedade completamente alinhada e predisposta à doutrina do mal, onde reina uma grande diversidade de opiniões, mas todas elas vãs e sem qualquer tipo de transcendência para a metafísica do Homem, preparando-se assim o caminho para uma capitulação homogénea e progressiva. Esta é a marca na mão direita ou na testa. A mão direita representa o eu individual predeterminado, sendo esta a que executa as ações; e a testa, a que gere o caminho a seguir, sem sequer ter ‘dois dedos de testa’, mas com a marca da besta.

 

“E que ninguém pudesse comprar nem vender, senão aquele que tivesse a marca, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”.

Apocalipse 13:17

 

Há que considerar que todo o saber ou conhecimento está ligado a uma forma de atuar. Se o indivíduo é contido, não pensa por si mesmo, mas deixa-se conduzir no pensamento, sendo levado a reconhecer o mal como bem e o bem como mal, levando uma vida inferior, ainda que se manifeste com soberba e ego, constituindo assim a base para gerar tragédias.

 

“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, conte o número da besta, pois é número de Homem. E o seu número é seiscentos e sessenta e seis”.

Apocalipse 13:18

 

O número seis é aquele que ilumina a paisagem da criação. Deus criou o mundo em seis dias. Se seguirmos o rasto do seis, encontramos a estrela de David, ou estrela alquinaturista, com seis pontas, e cada uma delas representa um dos seis elementos que interagem na Natureza: Gás, Fogo, Metal, Terra, Madeira e Água. Do mesmo modo que a Natureza se estrutura e se cria em torno destes seis elementos, dando lugar a todo o Universo criado e aos seres que o compõem, o sentido do Homem desenvolve-se num contexto ternário: mental, moral e espiritual (este último, desenvolvimento de arquétipos metafísicos). E é desta trindade que se nutre a besta, criando um Homem à sua imagem e semelhança: o 666.

 

A SEXTA TROMBETA

“O sexto anjo tocou a trombeta, e ouvi uma voz de entre os quatro chifres do altar de ouro que estava diante de Deus”.

Apocalipse 9:13

 

Devemos distinguir entre o mundo das ideias e o mundo materialista. Este último é alheio ao mundo dos idealistas e limita-se a eludir tudo o que diz respeito aos fundamentos do humanismo. Perante isto, Deus começa por querer aplicar o princípio fundamental da conceção do Céu. Tal conceção baseia-se em penetrar na esfera da consciência, passando do mundo material ao mundo metafísico. As quatro forças primordiais das quais surge o Céu são os quatro chifres, que servem para retificar a realidade, estabelecendo uma ordem na sociedade humana. Assim, perante a ênfase exagerada na busca da riqueza, optar pela via da equidade. Com esta ação, Deus penetra na unidade suprema das inter-relações universais, cujo fim absoluto já não alberga qualquer ação que se preste à exploração dos demais. Desta forma, a moral conhecerá um especial auge, e o Homem elevar-se-á ao altar de ouro: o ouro alquímico resultante da transformação dos estereótipos mentais em arquétipos, ouro.

 

“Dizendo ao sexto anjo que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos que estão atados junto ao grande rio Eufrates”.

Apocalipse 9:14

 

A Árvore da Ciência do Bem e do Mal não é mais do que a parte de cada indivíduo que o liga a Deus e ao diabo. A vida do Homem vai além das experiências que se dão no mundo manifestado; porém, tais experiências e convivências são promovidas a partir da Árvore da Ciência do Mal, guiadas pelo diabo, e da Árvore da Ciência do Bem, guiadas por Deus. Quem dominar a influência sobre um destes elementos antagónicos guiará a seu favor a roda dos acontecimentos. Assim, o desatar dos quatro anjos indica que estes acontecimentos se desenvolverão a favor da doutrina de Deus e contra a besta ultracapitalista. E estão atados junto ao grande rio Eufrates. Este percorre os territórios do Iraque, do Irão e da Turquia.

 

“E foram soltos os quatro anjos que estavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, a fim de matarem a terça parte dos Homens”.

Apocalipse 9:15

 

Só é possível eliminar aquele que faz a guerra com o recurso à força. Os quatro anjos desatados revelam quatro potências militares que intervirão no conflito, com regimes de teocracia e tecnocracia parlamentar, contra as democracias ultraliberais.

O cristianismo anuncia, através do Pai-Nosso, a vinda do Céu: ‘Venha a nós o vosso reino’, assim como também a vinda de Cristo. Contudo, passaram mais de dois mil anos e isso permanece ainda por cumprir. Mas, do mesmo modo que foi crucificado para depois ressuscitar ao terceiro dia, voltará. Assim, tudo tem a sua hora, dia, mês e ano. A sua interpretação define o desenvolvimento da guerra: ‘hora’, o início da guerra; o dia, a extensão da guerra a outros países; o mês, países que se juntarão à guerra; e o ‘ano’, o desencadeante da guerra.

‘A fim de matar a terça parte dos Homens’. Independentemente dos Homens que possam morrer no conflito bélico, aqui matar é uma metáfora que significa o fracasso de uma ideologia, neste caso, a doutrina da extrema-direita, representada por Satanás e os seus anjos.

 

“Também apareceu outro sinal no Céu: eis um grande dragão escarlate, que tem sete cabeças e dez chifres, e nas suas cabeças sete diademas; e a sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do Céu e lançou-as sobre a terra. E o dragão pôs-se diante da mulher que estava para dar à luz, a fim de devorar o seu filho assim que nascesse”.

Apocalipsis 12:3-4

 

“E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões. Eu ouvi o seu número”.

Apocalipse 9:16

 

Em épocas anteriores, exalava-se o castigo de Jeová quando o povo de Israel caminhava para o seu declínio.

 

“Como escureceu o Senhor, no seu furor, a filha de Sião! Derribou do céu à terra a formosura de Israel, e não se lembrou do estrado dos seus pés no dia do seu furor. Destruiu o Senhor, e não poupou; destruiu no seu furor todas as tendas de Jacob; derrubou as fortalezas da filha de Judá, lançou por terra o reino e os seus príncipes. Cortou, no ardor da sua ira, todo o poder de Israel; retirou dele a sua destra diante do inimigo; e acendeu-se em Jacob como chama de fogo que devora em redor. Entesou o seu arco como inimigo, firmou a sua mão direita como adversário, e destruiu tudo o que era formoso; na tenda da filha de Sião derramou como fogo a sua ira. O Senhor tornou-se como inimigo, destruiu Israel; destruiu todos os seus palácios, derrubou as suas fortalezas, e multiplicou na filha de Judá a tristeza e o lamento.”.

Las tristezas de Sion vienen de Jehová – Lamentaciones 2:1-5

 

O número dos exércitos, de duzentos milhões, não deixa de ser uma metáfora. Assim, o dois faz referência aos dois países que iniciam a guerra: Estados Unidos e Israel; as centenas, à prolongação da guerra em dias; os milhões, à quantidade de soldados que intervêm na guerra.

 

“Assim vi em visão os cavalos e os seus cavaleiros, os quais tinham couraças de fogo, de safira e de enxofre. E as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e da sua boca saíam fogo, fumo e enxofre”.

Apocalipse 9:17

 

Após a guerra, o inimigo não se quebra: tem couraça e tem a visão de que aqueles que o atacam o fazem para lhe roubar os seus recursos e para o destruir, ‘couraça de fogo’. Isto significa verdade. O fogo é a metáfora do Céu para designar a verdade. Qualquer transgressão contra alguém provoca uma reação de Deus sobre os transgressores, que recai, de certa forma, na figura de Jesus. Assim, quando Cristo ressuscita, diz: ‘Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra’.

 

“Jesus aproximou-se e falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até ao fim do mundo. Amém”.

Mateus 28:18-20

 

Desta forma, Jesus afirma a sua autoridade divina e terrena.

Aqui encontramos uma manifestação analógica de como se expressam as energias e os fenómenos que interagem na Natureza. Assim, a safira, energeticamente, interage com o coração, e este representa a empatia, o amor ao próximo e o mandamento de Cristo: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’.

 

“Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, e com toda a tua alma, e com toda a tua mente. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo é semelhante: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas”.

Mateus 22:37-40

 

Por último, vemos que o enxofre é um depurador hepático. Este órgão encarrega-se de eliminar todas as substâncias tóxicas do organismo. Aqui, a metáfora do enxofre é uma clara alusão a que os transgressores serão eliminados.

A evolução da guerra é um processo que depende essencialmente dos elementos que nela intervêm. Aqui, as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões, o que remete para o mais elevado em termos de potência militar: são como o leão, os reis do panorama bélico.

E da sua boca saía: fogo, isto é, manifestações das forças bélicas que originam uma mudança real a favor da verdade; fumo, que traduz uma situação imposta a partir de uma posição de superioridade, levando à derrota quem a sofre, o fumo que surge após o fogo e o que se liberta na desesperação; enxofre, comparado com a vivência que serve de guia num caminho evolutivo, eliminando todos os elementos tóxicos..

 

“Por estas três pragas foi morta a terça parte dos Homens: pelo fogo, pelo fumo e pelo enxofre que saíam da sua boca”.

Apocalipse 9:18

 

A terça parte dos Homens não pode ser interpretada de forma literal, mas, na verdade, representa a morte ou a derrota de uma ideologia representativa das forças do mal..

 

“Também apareceu outro sinal no Céu: eis um grande dragão escarlate, que tinha sete cabeças e dez chifres, e nas suas cabeças sete diademas; e a sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do Céu e lançou-as sobre a terra. E o dragão pôs-se diante da mulher que estava para dar à luz, a fim de devorar o seu filho assim que nascesse”.

Apocalipse 12:3-4

 

“Pois o poder dos cavalos estava na sua boca e nas suas caudas; porque as suas caudas, semelhantes a serpentes, tinham cabeças, e com elas causavam dano”.

Apocalipse 9:19

 

O efeito provocado pela boca, fogo, fumo e enxofre, tem a sua origem nas suas caudas. Estas são a representação viva dos quatro anjos que se soltam no rio Eufrates e, do mesmo modo que o dragão arrasta a terça parte das estrelas, na realidade anjos de Satanás, Deus arrasta duas partes de três dos anjos, estabelecendo assim o seu domínio, em relação ao que foi pactuado, o pacto apocalíptico. A expressão ‘serpentes’ corresponde ao sussurro dirigido às potências bélicas que derrotam a besta, do mesmo modo que a serpente sussurra a Eva no pecado original, enganando-a. É por isso que as suas caudas tinham cabeças e com elas causavam dano.

 

“E os outros Homens, que não foram mortos com estas pragas, nem ainda assim se arrependeram das obras das suas mãos, nem deixaram de adorar os demónios e as imagens de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, as quais não podem ver, nem ouvir, nem andar”.

Apocalipse 9:20

 

Nada disto termina aqui. Os propósitos dos homens, nascidos do desejo de acumular riquezas e bens alheios, provocando assim conflitos e guerras, não cessam com uma derrota. O eu individual corre nas suas veias, alimentado pelas forças obscuras. É por isso que não deixam de adorar os demónios que atacam os homens bons, e as imagens: de ouro, representando uma igreja imóvel, entregue apenas aos ritos e que apascenta muitos tiranos; de prata, fazendo referência a outras igrejas não católicas que também adoram imagens; de bronze, representando as demais igrejas cristãs que não adoram imagens; de pedra, numa clara alusão ao judaísmo, com o muro das lamentações; e de madeira, a madeira da árvore que brota da terra e não vem do Céu, referindo-se aqui às religiões não judaico-cristãs que imperam na Terra, as quais não podem ver nem ouvir..

 

“Então, aproximando-se os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado.


“Porque àquele que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. Por isso lhes falo por parábolas: porque, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem. De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De ouvido ouvireis, e não entendereis; e, vendo, vereis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviram de mau grado com os ouvidos, e fecharam os olhos; para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem compreendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure”.

Mateus 13:10-15

 

A contemplação estéril encontra-se no núcleo mais profundo de todas as religiões. Assim, a injustiça e a pobreza são contempladas com uma atitude passiva, incubando o ovo vazio da espiritualidade. Esta consiste em criar uma humanidade equitativa. “Sem andar nem para trás nem para a frente”: paralisia da libertação do Homem.

“E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua fornicação, nem dos seus furtos”.

Apocalipse 9:21